fbpx

Solicitei uma corrida de Uber; após fazer as saudações e confirmar meu destino ao motorista, ele se inclinou para frente, onde estava posicionado o celular e passou a digitar e dirigir.

Ele comenta: Moça, me desculpe! Estou muito bravo com minha esposa! E detalhou sobre os acontecimentos que discorreram no desentendimento deles… Ela enviava áudios, ele ficava mais irritado.

Logo, procuro chamar atenção dele para o momento presente, e menciono a importância dele pausar por alguns momentos, respirar, retornar ao equilíbrio e depois seguir suas viagens, visto estar visivelmente alterado e desatento com o movimento do trânsito.

Durante um estresse a sobrecarga de cortisol em nosso cérebro afeta nosso funcionamento físico e mental, por este motivo se estiver alterado emocionalmente não dirija!

Pesquisas apontam que dirigir enquanto está fora do seu estado emocional é mais perigoso do que mexer nas funções de entretenimento do painel do veículo, aumentando o risco em acidentes no trânsito.

Enfim, em uma situação inesperada como esta, pedir para encerrar a corrida também é um ato de segurança e autocuidado.

Você já pensou em quantas famílias passam por discussões dentro de carros diariamente?

Ou quantos motoristas de transportes pesados passam por conflitos emocionais, muitas vezes sozinhos e expressando isso com os excessos de velocidades?

Neste caso, podemos verificar os excessos de velocidades através das análises dos discos de tacógrafos. E a sua empresa pode fazer como muitas empresas que tomam ações preventivas para cuidar da saúde emocional dos seus colaboradores!

Fica a reflexão, e siga seu destino em paz!

Na raiva, opte por não dirigir, respire e conte até 10 ou quem sabe 1.000!

Artigo patrocinado por Maxivel Tacógrafos

Categorias: Noticias